Presidente da Câmara de Vereadores emite nota sobre operação do Gaeco e Gepatria

Presidente da Câmara de Vereadores emite nota sobre operação do Gaeco e Gepatria

A operação do Gaeco e Gepatria na cidade de General Carneiro movimentou a população durante esta quinta-feira, dia 05 de setembro. A primeira notícia publicada ainda pela página oficial do Ministério Público deixou o assunto sem muitas informações, gerando dúvidas na população.

Acontece que recentemente circulou por redes sociais um áudio que falava que uma ex-assessora da Câmara de Vereadores teria distribuído parte de seu salário para alguns vereadores. A ex-servidora foi contratada pela vereadora Marilza Lopes, a qual presidia a casa naquela época.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos na casa da ex-presidente da casa, Marilza Lopes, e também na casa do atual presidente da Câmara, Ivo Henrique Gaiovicz e da nova assessora Ana Paula Koroluk – O motivo pelo qual foram cumpridos mandados na casa do atual vereador e da atual assessora ainda não estão bem claros, visto que deveriam ter ocorrido na casa da ex-assessora (a qual é irmã do cidadão que fez a denúncia).

Diante de todo o ocorrido, o vereador Ivo Henrique Gaiovicz emitiu uma nota falando sobre o fato, confira:

“Tendo em vista os recentes fatos envolvendo servidores e membros do Legislativo do Município de Gal Carneiro, que vem sendo ventilados sobre minha pessoa, tenho a informar que ainda não tive acesso aos autos e a eventual denúncia, uma vez que não fui notificado, tendo o conhecimento apenas através da imprensa. Portanto, não posso tecer qualquer comentário, visto que não possuo o conhecimento das acusações.

Afirmo ainda, que sob hipótese alguma recebi qualquer valor ilícito no exercício do meu mandato, de forma que os cidadãos de bem sabem a respeito da minha seriedade e conduta.

Digo, ainda, que todos os atos que pratiquei a frente da Câmara de General Carneiro sempre buscaram a transparência, a moralidade, a eficiência e a defesa do interesse público.

Assim, que possuirmos o acesso completo ao conteúdo dos autos exerceremos nosso direito de defesa e aguardaremos confiantes, que a justiça seja feita”.

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