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Santin Roveda defende impulso a cadeia produtiva da erva mate no Paraná

O ex-prefeito Santin Roveda (União Brasil) defendeu nesta terça-feira, 3, mais incentivos à cadeia produtiva da erva mate no Paraná, concentrada principalmente nas regiões sul e centro-sul do estado. “Precisamos, além da capacitação para os produtores para o manejo e o cultivo, estimular e apoiar o consorciamento de culturas, o aumento das áreas de cultivo, a identificação e a integração dos elos das cadeias produtivas”, disse.

“Hoje no Paraná, a produção de erva mate garante a renda para 40 mil famílias”, completa Santin Roveda, pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2 de outubro.

Segundo o IBGE, o estado produz cerca de 540 mil toneladas por ano, 55,6% da produção brasileira. Os municípios paranaenses que mais produzem erva-mate são Cruz Machado,(85 mil toneladas), São Mateus do Sul (67 mil toneladas), Bituruna, (44 mil toneladas) e General Carneiro (33,5 mil toneladas).

O Brasil já tem, segundo Santin Roveda, a lei 13.791 de 2019, que institui a Política Nacional da Erva-Mate, e incentiva a produção, a industrialização e a comercialização do produto, além da oferta de linhas de crédito e de financiamento e assistência técnica aos produtores. “Temos que colocar essa política e fazer chegar às famílias que produzem a erva mate, o acesso, por exemplo, às linhas de crédito e a assistência técnica”, disse.

Incentivos – Santin Roveda ainda defende convênios, com entidades como a Federação de Agricultura do Paraná, para qualificar a cadeia produtiva com profissionalização, normas de segurança adequadas e, principalmente, o incentivo à melhor organização do setor.

A integração com as entidades, diz Santin Roveda, deve reunir técnicos, produtores, indústrias e lideranças, para estimular a sustentabilidade econômica, ambiental e social a partir da organização da cadeia produtiva, certificação da qualidade do produto e desenvolvimento tecnológico.

Na região Centro Sul do Paraná, 37 mil famílias estão envolvidas na cadeia produtiva da erva-mate, de acordo com o Conselho Gestor da Erva-Mate do Vale do Iguaçu. As indústrias buscam o desenvolvimento de itens para além do chimarrão e tererê, como nas áreas de cosméticos e alimentos, com foco na geração de emprego e renda.