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O Dia da Saudade: quando viajar se torna um reencontro

O Dia da Saudade (30 de janeiro) é mais do que uma data no calendário: é um convite à memória, ao afeto e à reflexão. A saudade nasce daquilo que foi vivido intensamente, pessoas, lugares, momentos. E é justamente por isso que ela dialoga tão bem com as viagens.

Ao longo dos anos, a agência de viagens Sete Ilhas, de União da Vitória, acompanhou histórias reais de pessoas que decidiram transformar a saudade em caminho. Cada roteiro planejado carregava mais do que malas: levava sentimentos, expectativas e reencontros. “Cada passagem emitida carrega mais do que um destino; carrega histórias, afetos e sonhos prestes a se realizar”, conta a empresária e turismóloga Arcéli Fudal.

Elvira Rogenski desejava mudar a rotina, e a viagem ajudou a transformar a sua vida. “Busquei mudar de ritmo e sair da rotina. Escolhi o destino porque parecia um bom lugar para desacelerar. A viagem ajudou a transformar essa sensação em algo mais concreto: menos expectativa e mais experiência”, relata ela, com saudades da última viagem.

Cada viagem traz consigo lembranças eternas de momentos incríveis – e também novos sentimentos de saudade. A saudade de retornar àqueles locais que foram tão especiais. “A saudade deixou de ser só do que ficou para trás e passou a incluir o que eu estava vivendo ali”, avalia Elvira. “Uma lembrança boa, que aparece de vez em quando e faz sentido dentro da experiência que vivi”, complementa.

Proporcionar momentos inesquecíveis é o compromisso da Agência Sete Ilhas. Arcéli Fudal destaca que, “cada detalhe importa, porque por trás de cada viagem existe um motivo, um sentimento e um sonho. Ouvir é o primeiro passo para criar experiências que tocam o coração”.

Ao longo dos anos fazendo parte da história de cada viajante, ela relembra momentos especiais que justificam o seu amor pelo turismo. “Basta um relato simples que marcou uma vida: um reencontro, uma promessa cumprida, um sonho antigo realizado. Recentemente, uma cliente me contou que o sonho era conhecer os Lençóis Maranhenses. Em maio, ela realizou esse sonho, me abraçou, agradeceu chorando e disse: ‘Você realizou o meu maior sonho’. Nós vendemos muito mais do que viagens: entregamos emoção em forma de destino, que deixam saudades”, destaca.

Martina Buse, que também costuma viajar por meio da Agência Sete Ilhas, considera esse suporte fundamental. “Viajar sozinha pode dar medo, mas ter o apoio da agência fez toda a diferença. Eu sabia que não estava realmente ‘desamparada’, então consegui relaxar e me permitir viver a experiência com mais leveza. Essa segurança prática me deu liberdade emocional para aproveitar, me abrir e confiar mais em mim mesma”, comenta.

Viagens são sonhos tratados com muita atenção. “Ouvir com empatia, planejar com cuidado e entender que, às vezes, a maior bagagem que o cliente carrega não está nas mãos, mas no coração. Criar roteiros que não apenas levam a lugares, mas também levam de volta a si mesmo, a alguém ou a um novo começo”, reflete.

No Dia da Saudade, Arcéli ressalta que a viagem aproxima e abre horizontes, um convite e um desafio que devem ser vividos intensamente. “Viajar não é esquecer quem ficou; é se reencontrar, é permitir-se viver o novo sem deixar de lado o que importa. Quando você estiver pronto, o mundo estará te esperando com carinho. Tenha coragem, enfrente o novo, enfrente o seu sonho de viajar e tão logo, sentirá saudades dessa viajem”, finaliza.

SETE ILHAS AGÊNCIA DE VIAGENS

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